Por: Agrado

Anúncios

Ontem à noite me encontrei com Andrea e Sole num café atrás do teatro Guaíra. Apesar do trânsito pesado (descobrimos depois que era por causa de um show sertanejo e não da venda de ingressos do Chico Buarque…) e de outros acidentes de percurso que tiraram Sole do nosso rendez-vous, foi uma noite maravilhosa! Após alguns martinis, a conversa rumou para a o tema ‘família’. Ficamos algum tempo falando as manias de nossos pais e avós, sem constatarmos uma cruel realidade: estamos ficando iguais a eles!

Ao invés de lamentar esta triste realidade, achei melhor retratá-la de uma maneira mais cômica fazendo um breve check list de:

 
Como saber quando você está ficando velha
 
-Quando você chega em casa e ainda é 23h45h;
-Quando dormir menos de 8h por noite é algo inadmissível;
-Quando você bebe martini ou campari (o que, além de velha, te transforma numa vadia);
-Quando você gosta de coisas feitas de nozes, pistache, amêndoas ou passas;
-Quando dormir numa cama de solteiro é algo desconfortável;
-Quando dormir acompanhado numa cama de solteiro é algo impraticável;
-Quando você acha que o sistema solar tem 9 planetas;
-Quando você inclui nas suas conversas palavras como ‘glicólico’ e ‘retinóico’;
-Quando você sabe o que é mimeógrafo;
-Quando você convida seus amigos para tomar café;
-Quando é preciso contar há quantos anos você conhece seus amigos de faculdade;
-Quando você troca o nome das pessoas espontaneamente;
E a pior de todas
-Quando você acha que todas as épocas anteriores da sua vida foram melhores que a atual.
 

Por: Agrado

O Les Trois Accords é uma das primeiras bandas canadenses que eu conheci. Longe de qualquer lógica ou engajamento político, as letras do grupo quase sempre carecem de um sentido. Musicalmente a banda tem traços de punk francês, o que traz para as suas músicas uma experiência bastante interessante. Resolvi postar Saskatchewan do álbum Gros Mammouth. Apesar de eu não gostar muito do clipe, é uma canção com apelo humorístico mais forte, forçando um sotaque mais interiorano, contando a história de um caubói da província de Saskatchewan (uma província grande, deserta, sem muitos atrativos além das plantações de trigo, situada no meio do Canadá) que perdeu sua mulher para um cara da “cidade grande”.

 

Saskatchewan
 
 
 
Uma bela manhã
Eu parti ao longe
Levar meu rebanho
Para Ontário;
Eu deixei minha mulher
Em Saskatchewan
Eu eu a disse que logo
Você vai ver um chapéu;
Vai ser o meu
Eu vou estar na beira do caminho
E você vai dizer veja lá meu marido
Que chega do pasto;
Mas no meu retorno
Meu belo amor
Me deixou
Por um cara de Regina;
Eu peguei meu chapéu
Depois meu laço
E vou afogar as minhas mágoas
No bar da baixada;
Saskatchewan
Você pegou minha mulher
Ela me ferrou
Por um cara de Regina;
Saskatchewan
Você pegou minha mulher
Desde que ela partiu
Eu sou um cara perdido;
Saskatchewan
Você pegou minha mulher
Meu cavalo não fala mais comigo
Minhas vacas me dizem ‘tu’;
Saskatchewan
Você pegou minha mulher
Eu vou pegar meu laço
E vou te ferrar;
Saskatchewan
Você pegou minha mulher.

 

Por: Agrado

Resolvi escrever sobre uma pequena notícia que eu li faz algum tempo dizendo que a Amazon vende mais e-books que livros. Isso, claro, iniciou uma enxurrada de afirmações, encabeçada pelos amantes de gadgets (que fazem deles uma filosofia de vida), denunciando que nossos queridos livros de papel estavam próximos do fim. Bom, sejamos cautelosos e realistas antes de sair por ai queimando bibliotecas e livrarias com o ideal que o Ipad veio pra ficar. Pensem: os livros existem a uns 2mil anos, os impressos a pelo menos 600, e agora tudo isso vai deixar de existir por conta de um aparelho de 4 anos?

A tecnologia existe para facilitar a vida das pessoas, sem contar as inúmeras vantagens que um e-Reader tem (tamanho, peso, capacidade de armazenamento, etc), mas existe um detalhe fundamental que não está sendo levado em conta: o apelo sentimental dos livros. Quem nunca sonhou em ter aquele livro da Taschen em cima da mesa da sala, ou expor uma vasta biblioteca com exemplares de arte, design, arquitetura? E aquele cheiro de impressão, em papéis colados numa capa grossa que tem inclusive uma sobrecapa para proteger. Sem mencionar que livros duram pra sempre, agora pergunte praquele seu visinho chato que já baixou toda a série do crepúsculo no Ipad onde vai estar tudo isso daqui 5 anos (se bem que eu não queria ter um livro desses na minha estante). Então, antes de decretar o fim do livro, do rádio, do LP (que por sinal, ano passado vendeu mais cópias que em 1991), ou de seja lá mais o que for, desligue toda a sua parafernália e vá ler um livro.

 

Por: Agrado

A agência italiana H-57 publicou essas “histórias de vidas” de personagens famosos em pictogramas. Destaque para Michael Jackson e Marie Antoinette.

Por: Agrado

Por: Andrea Caracortada

Só para constar para eternidade que as melhores comidas estão contidas na paleta de cor abaixo.

Att.,

Fred