Resolvi escrever hoje sobre o famoso Moleskine. Caso você não saiba o que vem a ser um Moleskine, pas de problème!. Eu mesmo só descobri o que é um há mais ou menos um ano… tempo suficiente para me apaixonar por eles. Moleskine é a Birkin dos cadernos de notas mas, com certeza, bem mais acessíveis que as bolsas de barriga de crocodilo. Reza a lenda que esse caderninho começou a ser fabricado por uma pequena gráfica que abastecia as papelarias de Paris no final do século retrasado. Pretinho e retangular, feito para caber num bolso, ele era utilizado por artistas desde Picasso até Van Gogh. Foi Bruce Chatwin (escritor inglês) quem nomeou o caderninho que teve sua produção encerrada em 1986. A pedidos de vários artistas, uma empresa milanesa retomou a fabricação deles. Segundo a empresa, um Moleskine serve, antes de tudo, para “registrar a realidade em movimento, captar detalhes e anota-los em experiências únicas; acumulando idéias e emoções que vão liberando sua carga ao longo do tempo”. Assim como as Birkins os Moleskines são amplamente copiados, inclusive pela Tok & Stok e a Fnac! Mas o que o difere dos outros é a sua montagem manual, seu papel interno de alta gramatura, um fecho elástico e os dizeres “Em caso de perda, favor devolver para: … Terá a recompensa de: $…” escritos na primeira página. Moleskine apresenta-se em formato desenho, pintura, anotações, agenda, guia turístico, álbum de fotos, etc. Dá para compra-los pelo site da Moleskine, pela Amazon.com ou aqui em Curitiba mesmo, em boas papelarias.

Por: Agrado.

Anúncios