Achados internéticos


Por: Agrado

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A agência italiana H-57 publicou essas “histórias de vidas” de personagens famosos em pictogramas. Destaque para Michael Jackson e Marie Antoinette.

Por: Agrado

Por: Andrea Caracortada

Odete Roitman:

Após um tenebroso inverno de monografias (porque o sonho de tomar meus bons drink na margem do Sena ainda não acabou) e constatando que tem bastante gente que visita (será que o contador está certo?) resolvi publicar algo diferente neste verão. Nada mais condizente com o tema do post (Sena e ressurreição) que a nossa ilustríssima personagem Odete Roitman. Para quem não se lembra, a personagem interpretada por Beatriz Segal na novela Vale Tudo foi uma das vilãs mais memoráveis da teledramaturgia brasileira. Dona de um humor ácido e de uma sofisticação exemplar, ela adorava insultar o Brasil e seus habitantes. Mas, o que ela gostava mesmo era de uma boa… baixaria. Para completar, selecionei as melhores frases da vilã:

 

“Às vezes eu tenho a sensação que as pessoas não viajam, não aprendem, não vão à Paris. Aliás, não vão nem a Buenos Aires.”

 

“E eu que pensei que alguma coisa tinha mudado nesse país. Foi só botar o pé aqui que você começa a sentir esse calor horroroso, uma gente horrível no caminho, gente feia esperando ônibus caquéticos no ponto.”

 

“Roma é a cidade eterna, mas eu continuo preferindo Paris. Aliás, Paris é minha pátria, assim como é de todas as pessoas civilizadas.”

 

“Você acha que eu vou pegá-los no aeroporto? Eu acho a coisa mais jeca dar plantão em aeroporto. Eles até colocaram vidro para as pessoas não verem quem está chegando, mas mesmo assim as pessoas colocam o nariz no vidro, penduram criancinha pra dar ‘tchau’. Eu vou mandar o chofer.”

 

“Nosso jantar é muito simplesinho. O primeiro prato é de uma simplicidade franciscana. Temos uma lagostazinha.”

 

“Chinelo, chinelo… Que palavra horrível! Português é uma língua tão chinfrim.”

 

“O Brasil é um país de jecas. Ninguém aqui sabe usar talher de peixe.”

 

Por: Agrado

Somewhere in canada

Por: Agrado

Atualizando o blog para não começar a criar teia de aranha. Sei que amor parece um tema um pouco fora de moda no nosso círculo, com exceção de alguém que está amando… Enfim, encontrei no facebook velho de guerra esse link e me surpreendi com a música. Ela conta a história da origem do amor. Me lembro de tê-la ouvido no ensino médio ainda, numa aula de filosofia, mas não sabia direito o contexto. O clip na verdade é o trecho de um musical chamado Hedwig and the Angry Inch (2001), nunca o vi, mas já está na lista de próximos filmes a serem vistos. Segue o link, espero que agrade:

Abraços

Por: Agrado


Isso me lembrou aquela história de tocar o disco da xuxa ao contrário para ouvir o demônio ou coisa assim… Nunca tentei, mas pelo menos pensar os filmes “ao contrário” é divertido. E meio bobo também, verdade, mas o da pretty woman é muito bom.

Mais aqui e aqui.

Manu.

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